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Verificamos que existem alguns parâmetros
que servem de base para explicar a compra e consumo
de produtos de luxo. Neste mês veremos com mais
detalhes a importância da exclusividade.
Como afirma Veblen (1965), a riqueza
em si não teria nenhum significado social se
fosse simplesmente consumida ou possuída. A
fim de conquistar e manter a afeição
dos homens, a riqueza tem que ser diferenciada e posta
em evidência, e a este acontecimento, deu-se
o nome de “consumo conspícuo”.
O consumo conspícuo dita as
preferências dos indivíduos, dos mais
ricos na medida que tentam se diferenciar dos demais,
e dos mais pobres ao tentar imitar o padrão
das classes mais altas.
Para Veblen o consumo é regido
pela lógica do espetáculo e da distinção
social, onde o status e a diferenciação,
não são, obviamente, as únicas
razoes para se consumir jóias, embora seja
um fator fundamental que influencia outros fatores
que levam uma pessoa a consumir.
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