| Desenvolvido
na Suécia
nos anos 20, o concreto celular chegou no Brasil
no final dos anos 50. |
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Este material é
produzido a partir do processo industrial de mistura
de cal, cimento,
areia, água,
materiais silicosos
e alumínio
em pó
que funciona como fermento,
fazendo a argamassa crescer e ficar cheia de células
de ar, tornando-a leve. É um concreto
leve obtido da expansão desta mistura, com
o auxílio de produtos formadores de gases que
submetidos a determinadas condições
de pressão e temperatura do vapor saturado
resulta nesse versátil material. |
| Em
princípio, o concreto
celular foi utilizado em projetos arquitetônicos,
sem a necessidade de estrutura de edificação
em construções de até 3 andares,
como em blocos e painéis de diversos tamanhos
e tipos ou simplesmente como divisórias internas
ou, ainda, como elemento de vedação.
Seu comportamento quanto a odor,
mofo e parasitas
é quimicamente neutro, não apresentando,
qualquer inconveniente. Não apodrece, não
amolece com água e não se desintegra
facilmente. É um material incombustível.
Além disso, apresenta excelente resultado
de atenuação acústica. |
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| O concreto
celular pode ser serrado, esculpido, furado ou pregado
e após a impermeabilização,
ganha uma impressionante resistência. |
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Hoje em dia, o concreto
celular ganhou os ateliês de arte, pois permite
que se faça grande variedade de peças,
tais como vasos, cachepots, luminárias, porta-lápis,
porta-retratos, espelhos, relógios, saboneteiras,
brindes personalizados e com logotipos, sendo muito
usado em esculturas, peças decorativas e também
em bijuterias. etc
Você pode encontrar esse material versátil
nas lojas de material de construção.
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**Peças gentilmente cedidas
da coleção particular da artista Diana
Prario Heller que é nossa entrevistada neste
mês de Dezembro/2004.
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