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Uma
roupa elegante, um belo sapato, uma maquiagem perfeita,
um cabelo impecável, mais está faltando
alguma coisa... o acessório,
a jóia
!
São milhares de mulheres espalhadas por todos
os continentes, em diferentes classes sociais, com
diversos níveis culturais e com infinitas
personalidades, mas com o mesmo instinto... o vício
pelo belo.
É exatamente motivada por esta necessidade,
que nós profissionais entramos em cena.
Cada detalhe escrito acima não foi suficiente
para completar o visual de uma mulher, porque? E
muitas vezes nem de um homem. |
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Desde os antigos povos em meio às diversas
civilizações, os adornos
sempre foram importantes e tiveram um papel significativo
diante de suas culturas.
Já naquela época era preciso de
algo mais para fazer parte de toda uma indumentária,
independente de ser simples ou suntuosa.
A evolução dos tempos nos prova
a cada instante através de profissionais
especializados em cada área que atraem
consumidores, hipnotizam, seduzem, conquistam,
chamam atenção, utilizando-se com
convicção apenas de uma arma ...
“o vício
pelo belo”.
Existe uma explicação plausível
para se entrar em uma loja e comprarem vários
pares de sapatos de tons diferentes, ou adquirir
várias peças de roupas de uma só
vez , ou ainda obter vários acessórios
que seriam impossíveis de ser utilizados
todos ao mesmo tempo ?
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Os
acessórios,
porém passam a ter um papel cada vez mais
intenso na vida da mulher e do próprio homem.
O cotidiano nos exemplifica isto claramente, trazendo
peças que flutuam nas orelhas, se debruçam
sobre os colos penduradas nos pescoços, se
envolvem pelos braços, acomodam-se nos dedos
e até descem ao tornozelo abraçando-os
como se fossem partes do próprio corpo e
com um único apelo... se apaixonem... dependam
de mim... faça de mim um vício e em
troca lhes darei beleza, destaque, glamour.
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As vezes torna-se
imprescindível, até obrigatório,
pararmos alguns instantes e analisarmos o curso das
coisas, a direção que elas estão
tomando, o significado delas envolvidas por um todo,
pesquisar, até mesmo questionar, enfim não
aceitar todas as regras por aceitar... mas aceitar
por compreendê-las, por concordar com elas e
ter capacidade de aprimorá-las com suas idéias
e até mudá-las de acordo com seus próprios
propósitos, afinal é preciso saber inovar. |
Claro
que se falando no campo dos acessórios,
todos estamos exaustivamente cansados em saber que
o mercado absorve muito bem o produto... obrigada
!
Então significa que não precisamos
mudar? Diferenciar? Aprimorar?
O mercado é um ciclo vicioso, onde se fabrica,
vende, se ganha e volta ao início... muitos
não mudam sua produção, não
ampliam sua variedade, não inovam, não
permitem um tempo para reciclar as novas idéias,
deixam que o cotidiano os arraste para uma mesmice,
onde até os erros acabam tendo cadeira cativa
e a criatividade fica sufocada em meio a tanta rotina
e inércia. |
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O movimento nem sempre
resulta em ação, pois se ficarmos durante
horas girando em círculos, não significa
que estaremos agindo com algum propósito, pois
estamos ao mesmo tempo inertes para qualquer realização
ou desenvolvimento.
É preciso aprender a olhar este mercado e valorizá-lo
com uma visão empresarial mais abrangente,
não apenas com o potencial de absorver nossos
produtos e sim com o de reger nossas atitudes, provocando
em nossa profissão uma necessidade muito maior
de que a de vender.
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Instigando a ser os melhores, especiais,
insubstituíveis, a ser impar em meio a toda concorrência.
Dê uma chance a si mesmo, mude o curso de sua empresa,
permita-se evoluir!
Fonte das Fotos: Grandes
personagens da história universal – vol. II e III
( Abril Cultural
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