O vidro emergiu nos últimos anos como uma da formas mais apreciadas de arte. O vidro fundido, fusing glass, é agora no detalhe uma expressões artísticas favoritas de se fazer da jóia do público em geral. Embora eu recomende o “fusing” a qualquer interessado a fazer uma surpreendente tentativa, o vidro, ao contrário de bijuterias ou jóias feitas de contas de resina, plástico, semente ou de macramê, não é barato.

Para começar, você necessita encontrar um estúdio apropriado de vidro ou ajustar seu próprio espaço e bolso porque há um número de artigos, ferramentas e ítens especiais que você necessitará. Mas, não precisa desanimar.

O primeiro passo para quem tiver interesse nesta magnífica arte é buscar ajuda de pessoas especializadas. Uma boa aula, um bom curso diminui o risco da tentativa e erro e encurta o caminho para um melhor resultado, além de economizar investimentos.
Se não existe ninguém perto da região que mora, então procure por profissionais que vão até você.

Forme um turma de pessoas interessadas que você possa trocar informações e experiências e chame um profissional que orientará vocês na técnica e ajudará a desvendar os mistérios do “fusing”. O custo poderá ser dividido entre os interessados e amenizará os seus investimentos iniciais.
Uma aula sobre vidro fundido - “fusing” - é iniciada com a descrição das ferramentas básicas necessárias, explicação do coeficiente de expansão do vidro e como cortá-lo.
Então no seu primeiro projeto, você faz a escolha das cores e dos cacos de vidro que utilizará e como fazer. É importante saber que, dependendo da incidência da luz, a cor escolhida pode alterar. A expectativa de como reagirão as cores escolhidas e o trabalho em si é muito estimulante. E cada projeto diferente proporciona esse tipo de curiosidade no “fusing”.

A compreensão a respeito do controle de volume do vidro é fundamental. Por isso, cortar e colar vidro não é uma tarefa simples.
O vidro expande e retrai com o calor e o domínio desse conhecimento particular fará toda diferença para quem vai se aventurar no “fusing”.
Para ilustrar essa matéria eu contei com a colaboração da artista do interior de São Paulo, Campinas, Silvia Carlomagno Leme que gentil e prontamente cedeu ao Portal das Jóias os direitos de publicação das fotos de seus belíssimos e mais atuais trabalhos.

Fale com a Mônica: mgirard@uol.com.br
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