Uma das gemas mais
tradicionais, o lápis-lazúli
é usado há séculos para
adorno pessoal. Ele é citado em lendas babilônicas
de 3.000 anos antes de Cristo e foi usado na máscara
mortuária do imperador egípcio Tutancâmon.
As mulheres da aristocracia egípcia da época
o usavam na forma de pó, para pintar os olhos.
Os romanos o chamavam de safira, e é assim
que é citado na Bíblia.
Antes de tudo, é bom esclarecer que a pronúncia
e a grafia corretas são as que estão
no título. Está errada, portanto a pronúncia
lápis-lázuli, embora ela seja correta
em espanhol.
Ao contrário da grande maioria das gemas, o
lápis-lazúli
é uma rocha,
não um mineral.
Isso porque se trata, na verdade, de uma associação
de minerais, principalmente lazurita
e calcita, com
hauynita, pirita
e sodalita e
menor quantidade de outras espécies.
Como a lazurita,
a sodalita e
a hauynita têm
cor azul, esta é a cor que predomina na gema.
As manchas brancas, indesejáveis, são
de calcita. A
pirita forma
pontos amarelos, de brilho metálico, e é
um bom meio de identificar o verdadeiro
lápis-lazúli. |
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