Uma das gemas
mais tradicionais, a turquesa
é um fosfato hidratado de cobre e alumínio.
É reconhecida principalmente por sua cor, tão
característica que se fala com muita freqüência
em azul-turquesa. A cor, na verdade, varia do azul-celeste,
a mais valiosa, ao verde-azulado ou verde-amarelado.
Os tons azuis são devidos ao cobre e os verdes,
à presença de pequenas quantidades de
ferro.
Ao contrário da maioria das gemas,
a turquesa não
tem brilho vítreo, e sim porcelânico.
Tampouco mostra transparência, sendo translúcida
a opaca.
Além de ter uma cor clara, ela é porosa,
o que facilita a acumulação de sujeira.
Some-se a isso o fato de ser fácil de quebrar,
sensível à luz solar, suor, cosméticos
e calor para se ver o quão frágil é
essa gema.
Apesar da cor e brilho característicos, nem
sempre é fácil identificar a turquesa.
Existem outras gemas
que podem se assemelhar a ela, como a amazonita, a
crisocola e variscita;
turquesas sintéticas, muito semelhantes
às naturais, e imitações feitas
com vidro e outros materiais, em alguns casos também
muito semelhantes às gemas verdadeiras. Além
disso, existe a turquesa
reconstituída, obtida com gema
natural pulverizada, misturada a uma cola e prensada,
de modo a ficar compacta o suficiente para poder ser
lapidada.
As turquesas mais valiosas provêm, do Irã.
No Brasil, a produçào é muito
pequena.
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