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Embora o
mundo das pátinas
e envelhecimentos
na cerâmica plástica
seja ainda bem mais amplo do que aqui apresentei, resolvi
encerrar a série sobre o assunto com esta terceira
matéria, contando um pouquinho sobre outra interessante
técnica, também relacionada à patina,
que é a imitação da textura
do couro, obtida com esse versátil material.
Para isso, você precisará apenas da cerâmica
plástica na tonalidade do “ couro”
escolhido, que poderá ser mais claro ou mais escuro,
mais avermelhado ou não (os acobreados são ótimos
para isso), um pouco de tinta acrílica preta ou marrom
para fazer a patina, e álcool de boa qualidade.
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A cor é trabalhada lisa,
sem misturas aparentes, a não ser quando se quer chegar
a determinada tonalidade, mas deixando-a homogênea. Se
você texturizar a massa, pressionando nela ainda crua
algum objeto com relevos (carimbos, folhas de plantas, etc),
chegará a um resultado bem mais bonito e interessante,
pois a aplicação da tinta da pátina (sempre
após a queima), realçará as reentrâncias
e saliências, deixando a peça com aparência
de couro pirografado ou
texturizado. O álcool
servirá para retirar o excesso da tinta, mas delicadamente,
deixando bem marcado o desenho. |
Se quiser um pouco mais de brilho em sua peça, é
só encerar com cera de abelhas ou de assoalho, dando
lustro normalmente com um pano macio, ou apenas um polimento.
As técnicas de falsas superfícies são
muitas, e esse polímero é perfeito para isso!
Você poderá apreciar bijuterias de técnicas
imitativas, sem perceber tratar-se de cerâmica plástica.
Isso não é fascinante?
Abraços, e até a próxima!
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