Uma das gemas orgânicas mais importantes é
o marfim, substância
de origem animal. Ele é branco-leitoso, translúcido
a opaco, mais compacto e mais duro que o osso.
Quando se fala em marfim,
logo vem à mente o elefante, com suas presas enormes.
Mas, embora eles forneçam o marfim
mais valioso e, por isso, o mais usado, essa gema pode
ser obtida também do narval e do hipopótamo.
As presas do elefante podem atingir 3 m e pesar 90 kg,
mas nem todas as espécies as possuem. E, naquelas
em que as presas existem, em geral só o macho as
exibe.
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Marfim bruto
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broche de marfim
procedente da China
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O marfim
do hipopótamo possui um revestimento de esmalte que
é muito resistente, exigindo, para ser trabalhado,
sua remoção com o emprego de ácido ou
através de choque térmico (aquecimento seguido
de resfriamento brusco).
Além de seu emprego em jóias, o marfim
pode ser utilizado em bolas de bilhar, dados, dominós,
teclados de piano e objetos religiosos. A maior parte das
imagens religiosas brasileiras feitas com esse material provêm
da Bahia e datam do século 18. |

Marfim trabalhado

Marfim trabalhado

Colar, pulseira e pequena
escultura em marfim
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Marfim trabalhado
Ganesha em marfim
foto: Pércio de Moraes Branco
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| FOTOS: : Livro Gemas
do Mundo, de Walter Schumann |
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