O mito da escrita : Parker 51
Uma caneta desenvolvida em 1939 para comemorar os 51 anos da marca Parker é até hoje um mito para todos os colecionadores e apaixonados por canetas. “Ela é fantástica, sempre será vista como a mais desejada entre todas as canetas do mundo” diz Sebastião Ravil, colecionador de exemplares de todas as marcas. “A Parker 51 foi e ainda é a caneta mais reputada da história”, diz Roberto Caffaro, notório colecionador.
O segredo da Parker 51, para conquistar milhões de adeptos no mundo foi um inovador sistema de alimentação de tinta. A pena, em vez de ficar exposta permanecia embutida, fazendo com que a tinta não vazasse.

Glamour em números - 20 milhões de unidades produzidas até 1970 garantiram um faturamento de U$$400 milhões para a grife americana.

Ela é celebrada até hoje como peça que nas mãos do general americano Dwight Eisenhower, assinou o fim da Segunda Guerra Mundial e a rendição da Alemanha de Hitler, no dia 7 de maio de 1945. Para um amante de canetas, que gostava de ser fotografado com várias delas, como na revista Life (abaixo), a Parker 51 lhe caía como uma luva.


Eisenhower (ao lado) em capa da revista Life de 1944, quando assinou o fim da segunda Guerra com uma Parker 51.

No próximo mês iremos falar sobre a caneta mais cara do planeta – Aurora Diamond e a nova faceta da Montblanc. Vale a pena conferir!

Fonte: Imagens retiradas dos sites: www.oldlifemagazines.com e www.penwa.com acessados em 25 de setembro de 2006
Textos retirados da Revista Isto é Platinum


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