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Dá-se o nome de pepita aos metais – especialmente o ouro - que são encontrados, na natureza, no estado nativo (não combinados com outros elementos químicos) e na forma de grãos de forma irregular ou palhetas.
O ouro, por ser muito pouco reativo, dificilmente combina-se com outros elementos e é, por isso, usualmente encontrado no estado nativo. Suas pepitas são as mais abundantes. Em Hill End, Nova Gales do Sul (Austrália), encontrou-se, em 1872, uma pepita de ouro de 1,42 m de diâmetro, pesando 285 kg aproximadamente. No Chile, foram descobertas várias pepitas de grande porte, entre elas uma com 153 kg.
A maior pepita de ouro do mundo em exposição está no Brasil, no Museu de Valores do Banco Central, em Brasília, DF. Ela foi descoberta por Júlio de Deus Filho, em setembro de 1983, em Serra Pelada, PA. Tem 60,8 kg e recebeu o nome de Canaã.
Uma das maiores pepitas de ouro da Rússia, com 35 kg, foi descoberta em 1842.
A maior pepita de prata que se conhece foi encontrada em Sonora (México) e tinha 1.026 kg. Em Cobalt, Ontário (Canadá), encontrou-se um bloco desse metal de aproximadamente  800 kg.
A platina é um mineral raro e, a exemplo do ouro, ocorre quase sempre no estado nativo. Mas, segundo Betejtin, o que se costuma chamar de platina nativa é na maioria dos casos polixeno,  uma liga natural de platina com  6 a 11% de ferro, além de outros metais.
Uma das maiores pepitas desse metal já encontradas – se não a maior - foi extraída nos Urais (Rússia), em 1843. Tinha 9,635 kg, mas não existe mais, pois foi fundida logo depois. Na mesma região, foi encontrada outra, de 7,860 kg, que recebeu o nome de Gigante Ural. Esta encontra-se hoje em Moscou.
Nos montes Urais, são encontrados também cristais bem formados desse mineral.
Pepitas de platina de 75 g foram encontradas na Califórnia (EUA) e no rio Chocó na Colômbia.
Na tabela abaixo, estão relacionadas algumas das maiores pepitas de ouro conhecidas.

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Pepitas de ouro (Créditos: Enciclopédia de minerais, de Korbel & Novák)

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Pepita de platina (Créditos: Tesouros da Terra, da Ed. Globo)

 

Bibliografia consultada:

DANA, J. D.  Manual de Mineralogia. Rev. por Cornelius Hurlbut, Jr. Trad. Rui Ribeiro Franco. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1970. 2v. il.
BETEJTIN, A. Curso de Mineralogía. Trad. L. Vládov. Moscou, Editorial Paz, s.d. 731 p. il.
BRANCO, P. de M. Dicionário de Mineralogia e Gemologia.  S. Paulo, Oficina de Textos, 2007. (No prelo)

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